Mostrando postagens com marcador facebook. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador facebook. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

RSE: adote essa ideia!


           
            Você sabe o que é RSE? Não? O NEJ-UFBA te explica! A RSE, como é chamada a Responsabilidade Sócio Empresarial, é a forma de gestão ética e transparente daquelas empresas que prezam pelo desenvolvimento sustentável através da preservação de recursos naturais e promovem a redução das desigualdades sociais das mais diversas formas possíveis.

             Historicamente falando, pensar em RSE é, ainda que indiretamente, resgatar os movimentos em prol dos direitos civis ocorridos ainda na década de 50. Nesse contexto, foram as empresas americanas as primeiras a prestar conta acerca das suas ações sociais. Foi a França, contudo, a primeira nação a tornar obrigatório os investimentos sociais para todas aquelas empresas com mais de 300 funcionários.
       Atualmente, mais do que uma obrigação ou faculdade da empresa, a responsabilidade sócio empresarial ganhou novos contornos e tornou-se um modo eficaz de impactar positivamente a sociedade e atuar de forma contínua e prolongada como agente de mudança, contribuindo para o desenvolvimento socioeconômico e aumentando a qualidade de vida não só de funcionários, mas da sociedade como um todo.
        Mas, pera ai! O que nós, empresários juniores, temos a ver com isso? Tudo! Ser um agente transformador e gerir com ética e responsabilidade social estão mais próximos da nossa realidade do que se imagina. Não é preciso, pois, uma receita milionária para ajudar: fazer o bem pode ser simples, fácil e muito gratificante. Confira abaixo algumas sugestões singelas e que fazem a diferença:

  • ·    Ache a intersecção entre a atividade fim da sua EJ e a responsabilidade sócio empresarial: pesquise e descubra como a sua empresa pode reverter serviços e conhecimentos em ações sustentáveis e solidárias. Se preciso for, busque parcerias!
  • ·         Aproveite os eventos e saiba engajar a faculdade: a EJ tá organizando um evento? Vai rolar ProSel? Aproveita para pedir aos interessados para levarem, no ato da inscrição, um quilo de alimento não perecível, um brinquedo, uma roupa. O que importa é doar e fazer o bem.
  • ·         Fomente campanhas em datas comemorativas: por que não aproveitar o Natal e arrecadar brinquedos? Muitas crianças já desistiram de ganhar o presente, mas um gesto simples e solidário pode devolver-lhes as esperanças!
  • ·         Abuse das mídias sociais para divulgar as suas campanhas: além de aumentar o número de doações, a promoção de ações sociais fortalecem e difundem a marca da sua EJ. Aproveite para aliar solidariedade à divulgação!

Viu como é fácil? Agora é só usar a criatividade, a solidariedade e praticar a responsabilidade sócio empresarial dentro da sua empresa júnior.

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

As Cinco forças de Porter


Autor de importantes livros sobre estratégia e competitividade, há três décadas Michael Porter vem difundido uma série de conceitos no cenário empresarial. 



Maximiano (2006) afirma que “o entendimento das forças competitivas de um ramo de negócios é fundamental para o desenvolvimento da estratégia”.
Assim, Serra, Torres e Torres (2004) afirmam que a análise do ambiente externo pode ser realizada por meio do modelo de cinco forças da competitividade, desenvolvido por Michael Porter na década de 70.
O modelo possibilita analisar o grau de atratividade de um setor da economia. Este modelo identifica um conjunto de cinco forças que afetam a competitividade, dentre os quais uma das forças está dentro do próprio setor e os demais são externos.
Porter judou a inovar os conceitos de estratégia, principalmente para a área industrial. Na obra Estratégia Competitiva definiu as cinco forças competitivas:
  • Rivalidade entre os concorrentes;
  • Poder de barganha dos clientes;
  • Poder de barganha dos fornecedores;
  • Ameaça de novos entrantes;
  • Ameaça de produtos substitutos.
Toda estratégia competitiva lida com modificação de regras de mercado a favor da empresa. Porter também abordou sobre o conceito de cadeia de valor , segundo ele “toda empresa é uma reunião de atividades que são executadas para projetar, produzir, comercializar, entregar e sustentar o produto. Todas estas atividades podem ser representadas, fazendo -se uso de uma cadeia de valores”.
Para Porter toda cadeia de valor é regida por:
  • logística interna (tudo aquilo necessário para produzir)
  • produção ou provisão
  • logística externa e distribuição
  • marketing
  • pós-venda





Estratégia emergente x antecipada

O conceito de estratégia emergente ganha força, já que é muito complicado configurar uma estratégia com antecipação. “Não sairá certo, porque o mundo muda o tempo todo”, diz Porter. “Na estratégia emergente, em vez de se antecipar, a empresa experimenta, aprende, faz a sintonia fina e, com o tempo, a estratégia emerge. Isso contrasta com a escola do design estratégico.”

Em toda empresa, de acordo com o estudioso, existe a noção de que é preciso continuar aprendendo e tendo insights sobre o mercado, além de fazer os ajustes da estratégia, pois ela não deve ser rígida. “Grandes empresas continuamente aprendem e melhoram como tornar sua estratégia mais eficaz. Mas é raro uma empresa ter sucesso sem ter um insight inicial sobre como pode ser diferente, distinguir-se no mercado. É difícil que isso venha só com a experimentação.”
Eficácia operacional não é estratégia
Para o especialista tanto eficácia operacional como estratégia são essenciais para o desempenho superior, que, afinal, é o objetivo primordial de todas as empresas. Mas elas atuam de formas diferentes. “O papel do administrador é entender essas melhores práticas e trazer as mesmas para a empresa. Isso não vai te trazer vantagem competitiva se for feito isoladamente. A melhoria dessas práticas são necessárias,mas não suficientes”. Ele explicou que se você não for bom na execução das suas práticas operacionais, a sua estratégia não vai servir para nada. Quanto melhor for a sua estratégia, melhor o seu desempenho.

A eficácia operacional significa ter um desempenho melhor do que os seus rivais nas mesmas atividades. Abrange a eficiência, mas não se limita apenas a esse aspecto; diz respeito a quaisquer práticas pelas quais a empresa utiliza melhor o insumo. Em contraste, o posicionamento estratégico significa desempenhar as atividades diferentes das exercidas pelos rivais ou desempenhar as mesmas atividades de maneira diferente. “Eficácia seria como fazer a mesma corrida, mais rápido. E estratégia, correr um caminho diferente”, exemplifica.

Porter enfatizou que os concorrentes conseguem imitar com rapidez as técnicas gerenciais, as novas tecnologias, as melhorias nos insumos e as formas superiores de atender às necessidades dos clientes. “As soluções mais genéricas são as de mais rápida difusão”. A competição com base na eficácia operacional desloca para fora a fronteira da produtividade, elevando os padrões para todos os participantes. No entanto, embora acarrete melhorias absolutas na eficácia operacional, essa modalidade de competição não gera aprimoramentos relativos para qualquer concorrente. O professor explicou que a competição baseada apenas na eficácia operacional é mutuamente destrutiva, levando a guerras de desgaste que terminam apenas com a limitação da competição. O resultado é uma competição de soma zero, com preços estáticos ou declinantes e pressões de custo que comprometem a capacidade das empresas de investir no longo prazo do negócio.


sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Como transformar Twitter, Orkut e Facebook em verdadeiras máquinas de sucesso

Há tempos, as redes sociais são apontadas como uma tendência para complementar as ações empresariais. Mas o fato é que essa tendência está a cada dia se transformando em realidade. Uma pesquisa realizada recentemente pelo instituto Nielsen Ibope revelou que 86% dos usuários brasileiros de internet navegam em blogs e redes sociais.
O fato é que ter um perfil no Twitter, Facebook, Orkut ou LinkedIn deixou de ser apenas passatempo e conquistou um novo público. Hoje, empresários, candidatos, empresas, meios de comunicação, usam esses canais como uma ferramenta para informarem e serem informados.



Cases na redes

O diretor de criação da Cappuccino indica que saber o objetivo da ação deve nortear a estratégia utilizidada nas mídias sociais. "Um exemplo é nosso caso com o cliente Mucoangin. Nosso objetivo era aumentar as vendas e associar a marca com a dor de garganta. Para isso, criamos uma ação que monitora quem menciona 'dor de garganta' no Twitter e respondemos essas pessoas com uma mensagem calorosa de conforto nesse momento chato, além de chamarmos para visitar um endereço na Internet", destaca Elman.


Datas comemorativas

Datas comemorativas também são geralmente aproveitadas para ações variadas com o consumidor. Um exemplo foi o Melhor da Vida, empresa pioneira no conceito de Experience Marketing no Brasil, que aproveitou o potencial das mídias sociais para alavancar as vendas e divulgar sua marca no Dia dos Pais. Para isso, promoveu o concurso cultural "Dia dos Pais EMOÇÃO", além de promoções especiais para os seus seguidores no Twitter, Orkut e Facebook. O resultado foi o aumento em 33% nas vendas comparado ao mesmo período do ano anterior.

Transparência: É extremamente importante ser transparente com seus consumidores e com agentes formadores de opinião do meio como administradores de comunidades, etc. Estamos na época da transparência na relação entre marca e consumidor. Nessa época não é possível querer falar bem de um produto que não é, porque a via de mão dupla faz a verdade vir a tona.

Contexto: O Twitter é uma ferramenta onde o usuário segue quem quer. Ele tem o comando. No caso de redes sociais, a segmentação é um diferencial importantíssimo. Mas ao trabalhá-la sua mensagem tem que ter total coerência com o que o usuário / consumidor está esperando.

Engajamento: Essa é uma prática que serve para toda ação bem feita. Mas em redes sociais temos um ambiente mais aberto, pessoas mais disponíveis a se engajar. Uma ação que dê um estalo, um momento de epifania, ou que seja uma experiência inesquecível e contagiante, em uma rede social, tem o fator boca a boca elevado à quinta potência.  

Frequencia: Antes de iniciar qualquer ação de relacionamento em redes sociais é preciso avaliar se você terá 'musculatura' suficiente para mantê-la. Não adianta criar um perfil no Twitter, por exemplo, conseguir diversos seguidores com promoções se, no final, você não terá conteúdo para mantê-los. É aí que entra a frequência de posts, twittadas, etc. Ela é essencial para o sucesso do relacionamento e da fidelidade do seu consumidor. Ela deve ser balanceada para não ser uma cachoeira de informação e não ser tão escassa que pareça falida. Existem até pesquisas de melhores horários para se Twittar

Personalização: Uma grande vantagem de redes sociais é a comunicação "one to one", cara a cara mesmo. Quanto mais a marca assume um caráter humano e mais próximo, maior o estreitamento da relação com o consumidor e maior o sucesso dela com esse público. Saber ouvir o que está se falando, interpretar e utilizar isso seja em uma sincera resposta, seja aplicando em uma implementação de um produto ou até para sua campanha é um diferencial muito importante. É o caso da Old Spice, que, através de vídeos personalizados com o protagonista do comercial da marca respondendo diretamente às menções de usuários no Twitter, criou um dos maiores casos de sucesso das mídias sociais.

O NEJ-UFBA acredita no potencial das redes sociais e por isso mesmo apresentou o case Web 2.0: Inserindo o NEJ-UFBA nas Mídias Sociais”   que ganhou como melhor case no ENEJ BAHIA

Fonte: ADM NEWS