sexta-feira, 29 de outubro de 2010
sexta-feira, 22 de outubro de 2010
Conseguiu um estágio? Veja os dez principais erros que você não pode cometer!
Equívocos nos processos de trabalho são aceitáveis, já que o estágio tem como proposta justamente ensinar o estudante a prática da profissão que ele escolheu e estuda. Contudo, existem erros de conduta que, se cometidos, maculam a imagem do futuro profissional.
Se não vistos com cuidado e antecedência, vai ser difícil reverter algumas situações. Por isso, especialistas apontam os dez principais erros que o estudante não pode cometer no estágio.
Falta de iniciativa Para Carmen, do Nube, um estagiário acomodado não tem vez nas empresas. “O estudante tem que demonstrar interesse em aprender sobre a empresa, sobre a área em que ela atua e sobre o seu trabalho especificamente”, alerta. “Quanto mais participativo for, maiores serão as probabilidades de se tornar um bom funcionário”, completa Pascoal.
Torcer o nariz para feedbacks Não tem jeito, se os profissionais têm seu trabalho avaliado a todo o momento, o estagiário o terá a toda hora. E isso é saudável, pois faz com que a tarefa seja executada com mais primor. Por isso, ele deve aceitar as avaliações como uma ferramenta de desenvolvimento. “O estagiário, principalmente, precisa ter a humildade de olhar para os próprios erros”, ressalta Carmen. Para Pascoal, o estagiário precisa estar preparado e disposto a aprender.
Irresponsabilidade Tarefa dada é tarefa cumprida. É assim que os estagiários devem lidar com as responsabilidades que têm no trabalho. Deixar de cumprir alguma atividade é um dos principais erros que devem ser evitados. “Quando isso acontece, o estagiário não só prejudica a si mesmo, como também prejudica o esquema de trabalho da equipe”, lembra Carmen.
Não se entrosar Entrar no estágio de "cara-amarrada" não ajuda em nada. Só atrapalha. Nessa fase, não dá para ficar isolado. “O estagiário deve mostrar qualidades como trabalhar em equipe, interesse nas atividades, estar disponível para execução das tarefas”, afirma Pacoal. Para Carmen, o estágio pode se tornar o primeiro local importante para que o estudante comece a fazer seu network.
Ter faltas e atrasos É fácil “conquistar” a imagem de descomprometido quando atrasos e faltas são recorrentes. “Faltas e atrasos comprometem as atividades da equipe”, reforça Carmen. Dessa forma, quando ocorrer algum imprevisto, tente avisar o líder o mais rápido possível, por telefone e não por e-mails.
Pensar apenas na bolsa-auxílio Está certo que o valor da bolsa-auxílio pesa na hora de o estudante escolher a empresa onde quer trabalhar. Mas é bom que ele tenha em mente que a ideia do estágio é colocar em prática a profissão que ele aprende na teoria. “No estágio, ele aprende a como lidar com hierarquias, a ter a postura correta em ambientes corportativos. Ele vai ter um ganho profissional”, diz Carmen. E isso, muitas vezes, tem mais valor que a bolsa.
Ficar com medo de perguntar Ninguém nasce sabendo. E nem estagiário chega em uma empresa já sabendo exatamente o que tem de fazer. Por isso, perguntas são bem-vindas. Deixá-las de lado não só mostra o quanto o estagiário é passivo, como pode prejudicar a qualidade de seu trabalho. “Ele deve fazer perguntas, mas sem arrogância”, lembra Carmen.
Linguagem muito informal Nada de gírias ou palavrões. Na hora de escrever, nada de abreviações ou brincadeirinhas ": )". “O estagiário deve entender que o modo como ele fala e escreve nas redes sociais ou com os colegas de faculdade não deve ser o mesmo modo como ele conversa no trabalho”, diz Carmen. Para evitar equívocos, seja o mais formal possível. Pelo menos até ter mais intimidade com os colegas. Para Pascoal, manter-se atualizado ajuda a estabelecer uma conversa que foge de informalismos. “Quanto mais você souber, mais à vontade você estará para conversar e contribuir com seus chefes e colegas de trabalho”, explica o consultor.
Cada atividade tem sua hora Fazer atividades relacionadas à faculdade ou resolver problemas pessoais no horário de estágio pega mal. “A nova lei de estágio veio justamente para dar mais tempo para que o estudante possa realizar suas tarefas de estudante”, afirma Carmen. Por isso, concentre-se: as seis horas que você fica no estágio são para executar tarefas da empresa.
Relaxar na aparência A maneira como você se veste diz muito sobre você. Por isso, tente se vestir de modo formal nos primeiros dias e observe como os outros estagiários e profissionais se vestem. “Vista-se de acordo com a cultura da empresa”, reforça Pascoal. “Se houver dúvidas, adote um padrão discreto, com cores neutras e roupas sociais básicas”.
Esquecer-se de você
Estágio é uma fase importante para a carreira. Ele lhe dará bases importantes para seu desenvolvimento profissional. Isso não significa que você tenha de ficar o dia inteiro se dedicando a ele. Cumpra suas atividades da melhor maneira possível dentro do seu horário. “A nova lei de estágio tenta manter o equilíbrio entre a atividade acadêmica e corporativa”, diz Carmen.
Para ela, o importante é que, no final das contas, o estudante não se esqueça da sua formação. “O primeiro passo é concluir a graduação”, diz. Por isso, não priorize o estágio ou a faculdade. Tente manter o equilíbrio entre as duas atividades.
Fonte: ADM NEWS
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
Vem aí mais um Sábado é NEJ!
Essa edição do evento conta com a palestra de "Empreendedorismo e inovação" ministrada por Vinicius Dias - sócio da empresa IMAGO - Desenvolvimento de Projetos.
Os Cases apresentados são:
Gerenciamento virtual: gestão eficaz por ferramenta on-line (ADV Junior)
Do gerenciamento a execução: como fazer com que os próprios membros de uma EJ de engenharia realizem os projetos com qualidade (Eletro Jr)
Um modelo de sucesso na precificação (Empresa Junior ADM UFBA)
Gestão financeira voltada para estratégia (Empresa Junior ADM UFBA)
Além disso o "Sábado é NEJ" conta com 6 meses de discussões, são elas:
Relacionamento com o cliente
Dinheiro! Como gerir e investir dinheiro faturado.
Publicidade consciente
Estratégia para manutenção de membros
MEG (modelo de excelência em gestão)
Como conquistar e manter o reconhecimento do mercado e da instituição.
Para participar é necessário o invetimento de 7,00 reais para associados e 10,00 reais para não associados.
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
“O que diferencia as marcas é o emocional” - Entrevista com Steven Jagger
O consumidor de hoje tem muito menos tempo. É mais difícil atingi-lo compropaganda. Muitas pessoas mal prestam atenção aos comerciais, e mais da metade delas fica “zapeando” entre canais na hora do intervalo na TV. Há inúmeras opções de marcas diferentes, e é raro haver notáveis diferenças de qualidade e preço entre elas. O que fazer então para sua marca conquistar definitivamente o consumidor?
“Use a emoção. Um anúncio não deve ser apenas persuasivo, ele tem que ser único”. As perguntas, e a resposta, são de Steven Jagger, vice-presidente da MSW Research, consultoria internacional de marketing e posicionamento de marca. O britânico veio ao Brasil a convite da Associação Brasileira das Empresas de Pesquisa (ABEP), para o 4º Congresso Brasileiro de Pesquisa, que ocorreu no começo desta semana (22 e 23).
Jagger especializou-se em usar a biometria para analisar os efeitos do marketing de uma empresa. Usando o eletroencefalograma (EEG), ele põe eletrodos na cabeça, na ponta dos dedos e no rosto de uma pessoa enquanto ela assiste a um comercial, e mede suas reações bioquímicas para tentar captar a emoção gerada. Jagger afirma que isso é importante porque nós não escolhemos um produto racionalmente.
“O consumidor faz escolhas por motivos emocionais, e depois racionaliza-as”, diz ele. Jagger elenca três tipos diferentes de apelos emocionais trabalhados em propagandas: o afeto direto (por exemplo, mostrando um bebê bonitinho); o afeto vicário (“como o motorista daquele carrão deve estar se sentindo?”); e o afeto projetado (“eu poderia me sentir daquela maneira se usasse aquele produto”).
Para onde está caminhando a pesquisa sobre o consumidor? As informações que se quer sobre ele estão ficando mais pessoais, detalhadas e emocionais?
Correto. Há um grande número de tendências ocorrendo. A primeira, e mais importante, é que está mais fácil de encontrar as pessoas, porque estamos fazendo mais pesquisas de observação e de perguntas diretas. E, ao mesmo tempo, está ficando mais complicado, porque os consumidores, no mundo todo, têm cada vez menos tempo disponível. Eles não estão preparados para sentar com você, responder uma pesquisa e ter uma longa discussão. Agora temos de tentar capturar o máximo de informações em 20 minutos. Por isso é que costumamos observar mais as pessoas do que ir perguntando.
Há também uma outra tendência: o marketing está ficando muito mais complicado, porque há muito, muito mais produtos do que existiam antes, inclusive da mesma marca. E também há mais competição, inclusive internacional, e todos estão lutando para conseguir um nicho, um motivo para estar junto ao consumidor. Por conta disso, as empresas precisam de um conhecimento muito mais profundo do que jamais precisaram. E isso é uma contradição: você precisa de mais conhecimento, e o consumidor não tem tempo para te dar, por isso temos de partir para a observação. Parte desse trabalho é aquele de que eu falei, que envolve o emocional e o subconsciente; a outra parte é capturarmos o comportamento de compras das pessoas, onde elas vão na internet, gravamos o uso de controles remotos em TVs interativas.
Por causa da competição, provavelmente os dados sobre o subconsciente e o emocional do consumidor serão mais valiosos?
Eu realmente acredito que sim. Se não é possível separar uma marca da outra, se não há diferença na qualidade dos produtos, a única coisa que pode diferenciar um cartão de crédito de outro, ou um banco de outro, é a emoção que você faz as pessoas sentirem. Precisamos saber construir e administrar essa resposta emocional, é isso que vai ser o futuro da pesquisa de marketing.
Você disse que nós “racionalizamos nossas decisões emocionais”. Você acha que o consumidor do futuro vai tomar somente decisões emocionais?
Isso já existe há pelo menos 2 mil anos, ou até mais, coisa de 5 mil anos. Desde esse tempo, os seres humanos vêm ouvindo histórias. E histórias são uma maneira de gerar uma resposta emocional. É a mesma na vida real. Imagine que um dia você sai do trabalho e decide tomar uma cerveja no caminho; você não racionaliza isso, apenas faz. E aí, quando chega em casa, você pós-racionaliza isso: “Ah, eu tinha que fazer isso porque meu dia foi péssimo”, ou “eu precisava para construir uma relação com meu colega”... Somos todos muito bons para inventar histórias para explicar nosso comportamento.
Vendo a importância do lado emocional nas escolhas do consumidor, podemos dizer que o que vai mudar não é a maneira como ele consome, mas o jeito que nós vendemos e anunciamos o produto?
O jeito de vender, de anunciar e de tentar construir relações. Como há muitos produtos disponíveis para as pessoas, nós não tentamos mais vender apenas um produto; tentamos vender toda uma vida. Construímos uma relação com o consumidor, e devemos administrá -la assim como o relacionamento com um parceiro. Você vai a um encontro, se ele der certo, você vai a um segundo encontro. Eventualmente, você se compromete, você se casa. A partir daí, você não vai deixá-la acabar, não vai querer o divórcio.
É importante que as companhias ouçam os consumidores. Porque os consumidores têm muito mais escolhas, e também por causa das mídias sociais eles podem divulgar suas ideias para tantas pessoas, podem comunicar suas insatisfações. As companhias precisam administrar toda e qualquer relação individual, porque ela é preciosa.
É basicamente o que você afirmou sobre vender pastas de dente. No começo, vendia-se um produto funcional. Depois, havia uma pesquisa que descobria doze problemas na boca que essa pasta de dente pode resolver. E por último, vendem -se emoções, as emoções que essa pasta de dente pode te fazer sentir.
Isso mesmo. Eu fiquei sem tempo, mas havia mais um comercial que ia passar para vocês, de pasta de dente. A questão é sobre deixar sua boca refrescante e viva, e sentir-se bem. E você faz isso para poder sair e beijar alguém. Há algumas coisas na vida que são necessidades humanas. Cada ser humano precisa comer, beber, precisa de ar limpo para respirar, e todas essas funcionalidades são oferecidas. Mas, além disso, precisamos de amor, de excitação, entretenimento, precisamos nos sentir parte de alguma coisa. E é isso que uma marca pode fazer.
Então é isso que vai mudar no marketing?
Exatamente. O consumidor sempre foi emocional, mas agora nós sabemos isso mais do que nunca.
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
Edital de Seleção de Cases Sábado É NEJ - ABERTO
O Edital de Seleção de Cases para O Sábado É NEJ está aberto. Faça o download do arquivo acessando: http://migre.me/1v9zk.
Não perca a oportunidade de inscrever um cas da sua EJ e estar alinhado
às práticas excelentes do MEJ.
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